Como era a vida de um promotor de Justiça brasileiro na década de 20, em uma cidade com costumes e língua estrangeiras?
O livro do promotor de Justiça Eduardo Sens dos Santos, associado em Santa Catarina, tem como protagonista um promotor de Justiça, “Adroaldo, de Magestosa”, que passa por diversas dificuldades por conta das diferenças culturais encontradas na nova cidade de colonização alemã. O romance mostra de que modo Adroaldo lida com esses obstáculos tão comuns no trabalho diário dos promotores ainda hoje.
Diante do sucesso da primeira tiragem, o autor resolveu ampliar a quantidade e divulgar o trabalho para os membros do Ministério Público de outros estados brasileiros. Quem comprar o exemplar diretamente com Eduardo Sens receberá o romance autografado.
A reserva pode ser feita por email (eduardo_sens@yahoo.com), no seu perfil no Facebook ou pelo WhatsApp 49 8832-7281. Ou no site da editora Penalux (clique aqui).
SINOPSE:
Livro: Adroaldo, de Magestosa
Sul do Brasil, década de 20.
Cidade de Majestosa, colonização alemã. Língua e costumes alemães. Construções típicas e a pasmaceira de uma cidade em que ninguém sai da linha.
Até que o governador nomeia o jovem advogado para o cargo de promotor público. A missão? Conter uma suposta célula separatista da cidade, que ameaçaria dividir o país.
Apaixonado por romances policiais, o promotor Adroaldo chega à comarca de Majestosa decidido a pôr em prática as técnicas dos livros que se acumulam em sua biblioteca.
Mas nada funciona exatamente como pretende.
Quando não é o desconhecimento da língua que o mete em confusões, é o choque cultural que faz com que enxergue crime e má-fé onde menos se espera.
Uma metáfora moderna que explora o quixote que há em cada um de nós.