Membros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) estão no Ministério Público da Bahia (MP-BA) para realizar as “Correições Integradas”, novo modelo que substitui o método tradicional de fiscalização isolada por uma atuação colaborativa. A solenidade de abertura ocorreu nesta quarta-feira (28) e contou também com a presença de membros da instituição, servidores e do presidente da AMPEB, Lucas Santana.
O corregedor nacional do Ministério Público, Fernando Comin, destacou a importância da escolha da Bahia. “Hoje, o MP-BA é um Ministério Público de vanguarda, exemplar, que se moderniza, que corresponde às expectativas da sociedade e, mais do que isso, talvez seja um dos MPs mais próximos da nossa sociedade e do cidadão”, afirmou.
O presidente da AMPEB, Lucas Santana, reforçou a importância da atuação institucional do CNMP. “Zelar pela independência constitucional, zelar pela autonomia administrativa, assegurar que o membro do MP tenha à sua disposição amplas condições normativas, administrativas e estruturais necessárias para desempenhar bem sua função, garantindo que não sejam criadas dificuldades ou obstáculos ilegítimos e irregulares ao exercício de suas atribuições por força do poder econômico ou político: essa atuação tem sido realizada”, comentou.
O procurador-geral de Justiça da Bahia, Pedro Maia, ressaltou que o Ministério Público precisa fortalecer sua atuação para dar voz àqueles que não conseguem se fazer ouvir. “Quero agradecer por escolherem a Bahia para sediar esse projeto-piloto. Suas dimensões, sua origem e o fato do MP baiano ser um modelo de crescimento para o país tornam essa escolha muito significativa”, celebrou.
Após a conclusão dos trabalhos, será elaborado um relatório conjunto que reunirá todas as informações e constatações coletadas. O documento será submetido à apreciação do corregedor nacional e, posteriormente, encaminhado ao Plenário do CNMP para homologação.
Fotos: Dalmir Raulino