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28/10/2013 03:12 Notícias

Presidente da Ampeb diz que 'botão do pânico' é boa ideia para segurança institucional

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Apresentado como “botão do pânico” durante conferência no MP-BA, o dispositivo usado por mulheres em situação de violência no Espírito Santo pode ser um instrumento útil para a segurança institucional de autoridade sob ameaça, segundo o presidente da Ampeb, Alexandre Soares Cruz.

Conforme o desembargador Pedro Rosa, presidente do Tribunal de Justiça capixaba, diferentemente das tornozeleiras para agressores, o aparelho tem como diferencial a transmissão de informações por meio de sistema GPS.

“Faz quatro meses que o dispositivo foi adotado e o seu campo de atuação é infinito. Hoje são 200 mulheres atendidas. O tempo máximo de atendimento foi de nove minutos e o mínimo, de três. É importante destacar que houve apenas um caso em que uma mulher foi agredida, pois ela se esqueceu de carregá-lo”, afirmou Rosa na sexta-feira, 25.

O “botão do pânico”, de acordo com o desembargador, surgiu graças a uma lei municipal que previa o seu uso por professores que passassem por problemas em sala de aula.

Para o presidente da Ampeb, a ideia é muito boa sobretudo por permitir o acionamento da polícia e a exata localização, em tempo real, da vítima da violência ou agressão”. No último dia 18, quatro dias após o assassinato do promotor de Justiça Thiago Faria Magalhães, do MP-PE, Cruz encaminhou ofício ao procurador-geral de Justiça, Wellington César Lima e Silva, pedindo reforço na segurança dos membros do MP baiano.

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