A Ampeb tem realizado diversas reuniões para traçar as estratégias e medidas que têm como objetivo preservar a saúde dos membros do Ministério Público, diante da disseminação do Coronavírus (COVID-19) pelo mundo.
Nesta tarde (16), o presidente da entidade, Adriano Assis, acompanhado do secretário-geral, Audo Rodrigues, e da diretora sociocultural, Rita Márcia Leite, tiveram reunião com a procuradora-geral de Justiça do MP-BA, Norma Cavalcanti, para discutir, conjuntamente, as ações imediatas para a contenção da da contaminação comunitária.
A Ampeb protocolou ofício dirigido à PGJ, solicitando, dentre outras coisas, a necessidade de ação célere, em função do agravamento do cenário e das preocupações externas pelos associados à entidade. No documento, a Ampeb sugere, por exemplo, a suspensão das audiências a cargo dos membros da Instituição, nos procedimentos que presidem, garantia do direito ao teletrabalho às gestantes e mulheres com filhos até um ano e enfatiza que as suspensões sejam feitas em prazo tecnicamente adequado para evitar-se a transmissão comunitária do coronavírus.
A PGJ externou que a administração do MP está em permanente contato com outras instituições estaduais para tratar sobre a crise do coronavirus e que avaliará o pedido da Ampeb com brevidade.
Adriano ressaltou que a situação é emergencial, porém deve ser tratada com cuidado e atenção às situações específicas, de modo a atenuar os prejuízos para a prestação do serviço do Ministério Público que, inevitavelmente, ocorrerá em nome da preservação da saúde e da vida das pessoas.
Estiveram presentes no encontro, o chefe de gabinete do MP-BA, Pedro Maia, o secretário-geral, Alexandre Cruz, o PGJ adjunto, Paulo Marcelo, e o secretário-geral adjunto, Ricardo Andrade.